A força transformadora da mulher brasileira

Dizem que as mulheres não dão ponto sem nó. E talvez seja exatamente por isso que elas tenham conduzido tantas conquistas na  história do Brasil. Os exemplos são inúmeros: Ana Pimentel, Madalena Caramuru, Maria Quitéria, Ana Néri e tantas outras “Marias” que diariamente contribuem, cada uma ao seu modo, para a construção de um país mais justo e democrático para se viver.

Obstinadas e inabaláveis, as mulheres não desistem da luta. Em 1637, Clara Camarão, uma índia potiguar, rompeu barreiras acabando com a divisão de trabalho da tribo, se afastou dos afazeres domésticos e liderou um grupo de guerreiras nativas na batalha para libertar o Brasil do domínio holândês.

Em 1822, Maria Quitéria se disfarçou de homem e entrou para o exército para lutar pela independência do país. Ficou conhecida como “soldado Medeiros”. Na segunda metade do século 19, arte era coisa de homem. Mocinhas são criadas para o casamento, filhos e mais nada. Mas Chiquinha Gonzaga desafia o mundo à sua volta e cria obra imortal, com mais de mais de duas mil músicas.

Com coragem, sensibilidade e determinação, essas heroínas transformaram o Brasil. E é para levar adiante as mudanças que o país precisa que Dilma Rousseff quer ser a primeira mulher a presidir a nação.

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Mulheres com Dilma

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