Agerba assegura que pedágio da Estrada do Coco fica onde está

 

Luiza Maia (PT) quer oficialização da posição o quanto antes

Terminou mais um capítulo da novela envolvendo a suposta transferência da praça do pedágio da Estrada do Coco (BA-099), situada atualmente em Vila de Abrantes, para a cabeceira da ponte sobre o rio Joanes, no limite dos municípios de Camaçari e Lauro de Freitas. Desta vez, a população – que compareceu em massa a audiência pública promovida pelo legislativo camaçariense – ficou mais tranqüila porque, ao que tudo indica, a história terá final feliz.

No evento realizado em Catu de Abrantes, na orla de Camaçari, o representante da Agerba, José Alberto Delgado, garantiu que o governo descartou a modificação do local da praça do pedágio. Segundo ele, a proposta se mostrou tecnicamente inviável e, portanto, foi colocada de lado.

Delgado é gestor do contrato celebrado entre o Estado e a Concessionária Litoral Norte (CLN), detentora dos direitos de exploração da BA-099 até 2035.

A deputada estadual Luiza Maia (PT), que participou da audiência ao lado de vereadores, ativistas, militantes políticos e membros da comunidade, quer – o quanto antes – a oficialização da informação passada pelo preposto da Agerba.

A idéia de antecipar as cabines de cobrança para as imediações do Joanes foi elaborada pela CLN. Assim, os motoristas seriam obrigados, indistintamente, a pagar para trafegar na Estrada do Coco.

Desapropriação – O representante da Agerba foi taxativo em afirmar que nenhuma casa de Catu de Abrantes será desapropriada, como chegou a ser noticiado pela imprensa e divulgado por lideranças da própria comunidade. De acordo com José Delgado, com a não modificação do local da praça do pedágio, não há necessidade de retirar imóveis da localidade.

 

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