Nova equipe econômica dará continuidade a política bem sucedida do governo Lula

Repercutiu positivamente na Câmara a escolha da nova esquipe econômica da presidente eleita, Dilma Rousseff, anunciada nesta semana. Ao oficializar Guido Mantega (permanece no ministério da Fazenda), Miriam Belchior (Ministério do Planejamento) e Alexandre Tombini (Presidência do Banco Central), a presidente eleita determinou que a nova equipe "assegure a continuidade da bem sucedida política econômica do governo Lula, baseada no regime de metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal e que promova os avanços que levarão o Brasil a vencer a pobreza e alcançar o patamar de nação plenamente desenvolvida".

Os nomes da nova equipe econômica de Dilma Rousseff foram recebidos com elogios pelo líder do governo e parlamentares da bancada do PT na Câmara. O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), parabenizou a presidente eleita. "Pelo perfil da equipe de grande capacidade técnica e política, o Brasil que está dando certo vai continuar avançando, com distribuição de renda e geração de emprego", disse Vaccarezza.

Para o deputado José Genoíno (PT-SP) essa nova equipe econômica, "com pessoas muito experiente e com credibilidade vai dar contribuição importante para a política de crescimento econômico que já vem sendo desenvolvida pelo governo Lula".

O deputado Nilson Mourão (PT-AC) também elogiou o processo de escolha. "Foi uma escolha feita após muita reflexão e são nomes experientes, capazes e qualificados e que vão dar continuidade ao governo do presidente Lula incluindo mudanças e ações para a construção desta nova estapa do Brasil", disse.

Missão – A nova equipe econômica, que assume a partir de 1º de janeiro, já adiantou que a missão do grupo será a de cortar os gastos públicos, mantendo uma média alta na taxa de crescimento do país. Os três já trabalham no governo. O ministro da Fazenda vai continuar no cargo. O indicado para a presidência do Banco Central, Alexandre Tombini, é atual diretor de Normas do BC. E a futura ministra do Planejamento, Miriam Belchior, é coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

 

PT na Câmara.

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