Servidoras estaduais têm licença-maternidade ampliada para 180 dias

Segundo a secretária de Políticas para as Mulheres, Vera Lúcia Barbosa, esse é um momento especial para todas as mulheres baianas. “Esta é uma política definitiva, que representa um avanço não só para as mulheres, mas também para os pais. A lei garante o aleitamento no tempo devido”. Ela ressaltou também que, agora, os desafios da pasta incluem ações contra a violência doméstica e a geração de renda.

Para o secretário da Administração, Manoel Vitório, o grande desafio do estado é conferir às servidoras, o direito delas cuidarem bem de seus filhos. “Entendemos que a maternidade é um momento importante na vida da mulher e esse tempo é fundamental para a mãe e para as novas gerações de baianos”.

A ginecologista e obstetra Balbina Lemos afirmou que o benefício reflete no fortalecimento dos laços entre mãe e filho, além de salvar vidas. “O tempo de aleitamento de crianças, entre zero a seis meses, será ampliado. Protegendo, portanto, o sistema imunológico da criança, numa fase em que o esquema vacinal não foi concluído”. Ela destacou a diminuição de casos de estresse, pois muitas mães precisam conduzir o bebê para outros ambientes, o que aumenta os riscos de infecções.

A gestora governamental Cristiane Souza, 38 anos, grávida pela primeira vez, está prestes a dar à luz uma menina. “Estou muito feliz com a decisão do governo e vou aproveitar cada dia para me dedicar a minha filha e amamentá-la durante todo esse tempo”.

Outros estados que adotaram a medida

Amapá (AP) 

Espírito Santo (ES)

Piauí (PI) 

Rio Grande do Sul (RS) 

Sergipe (SE) 

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