“Tô sentindo o cheiro que vou ser o sucessor de Wagner”, diz Caetano

O ex-prefeito de Camaçari, Caetano (PT), foi o entrevistado desta manhã no programa Bahia Alerta 1ª Edição. Pré-candidato à sucessão estadual, o ex-prefeito não esconde a batalha política que iniciou em busca de apoio para sua candidatura e negou qualquer desavença com Wagner, a quem chamou de “amigo-irmão”. “O maior problema de qualquer governo é o puxa-saco”, por isso os rumores de que Wagner teria esquecido o petista de Camaçari. “Eu sou o único candidato de peito aberto e com coragem”, declara Caetano.

Caetano elogiou os outros pré-candidatos Rui Costa e sua competência, Sérgio Gabrielli e Pinheiro, com quem coordenou a campanha de Wagner. Mas, em sua opinião, vai sair candidato aquele que conseguir articular com maior força os aliados e o apoio dentro partido dos trabalhadores. “Estou com uma intensa agenda para articular a minha candidatura”. Ainda nesta semana, Caetano informou que vai se encontrar com o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo. Quando Roque Santos perguntou quem seria o seu candidato à sucessão, o ex-prefeito brincou: ” Tô sentindo o cheiro que vou ser o sucessor de Wagner. Não vou jogar a tolha.”

Sobre a nomeação de César Borges o petista disse que já “estava sentindo falta de um sotaque baiano em Brasília”. Caetano diz esperar que na próxima troca seja um ministro baiano e petista. Outro assunto atualmente em voga em Brasília, é a Nova Lei dos Royalties. Segundo o petista é lamentável que tenha ido para na justiça e avisa: “Foi parar na Justiça e vamos ganhar lá também”, declara Caetano.

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